Eu comecei a Rizze olhando para o céu. Não apenas de forma poética e por acaso, de forma literal mesmo. Eu reparava em como uma manhã de nuvens claras conseguia mudar o meu dia inteiro, sem fazer barulho nenhum. E percebi que era exatamente assim que eu queria que as mulheres se sentissem ao usar uma joia minha: mudadas por dentro, sem precisar anunciar nada por fora.
Eu não queria criar mais uma marca de acessórios. Queria criar um lembrete. De que a gente não precisa se exagerar para ser vista, precisa apenas escolher, com intenção, os detalhes que nos representam. Cada peça que vendemos carrega um pouco dessa leveza que encontrei olhando para as nuvens: delicada, mas ainda sim emanando autenticidade.
Hoje, quando penso no legado que quero deixar, não é sobre quantas semijoias eu vendi. É sobre quantas mulheres passaram a se olhar no espelho e reconhecer a própria elegância, as vezes silenciosa mas sempre certeira, que nunca deixou de estar ali.